"Analisamos nesta tese as relações sociais estabelecidas com a loucura e discutimos as possibilidades para que este lugar para loucura seja o espaço comunitário, urbano, social, em casa, em liberdade, podendo ir e vir, ficar e sair, como em tese devem se configurar as RTs. Consideramos necessário, a partir da análise das concepções sobre a convivência e interação dos participantes com as RTs, entender quais são as possibilidades para que os moradores circulem e frequentem o espaço público e dessa forma possam estar integrados ao cenário cotidiano, da casa, da rua, do bairro, da cidade, enfim, da vizinhança. Assim, é deste lugar que partimos".
Ribeiro Neto, P. M. (2014). Convivendo com Residências Terapêuticas: concepções sociais, processos identitários e relações intergrupais.
sábado, 30 de maio de 2015
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