Alguns professores possuem o costume costume de pedir aos alunos o texto "por escrito". Só que, não é mais "por escrito", professor, é "impresso".
Estamos assistindo ao processo em que a "tecnologia" (notebook, tablet e celular) substitui o caderno e a caneta. Para dar um exemplo, em uma aula na pós-graduação, há uns cinco anos atrás, existiam quinze alunos na turma assistindo aula, e doze deles estavam com o notebook ligado enquanto o professor falava. Outros dois, nem note nem caderno, e eu com o caderno, solitário.
Fico aqui me perguntando se já é uma batalha perdida para esses "novos tempos", ou se ainda haverá espaço para quem escreve e para o que é escrito à mão, "escrito à luz de velas, quase na escuridão, longe da multidão".
domingo, 1 de março de 2015
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