
Quem ama o presente, obrigatoriamente ama o passado: não há limite entre o presente e o passado, há sim uma composição sem fronteiras do que se chama tempo.
É como aquela história do rio, de que não se entram duas vezes, sequer uma, num mesmo rio.
Aqui também: ao amar o presente, puf, já passou, e eu acabo amando o passado. Não existe uma fronterira que separa passado e presente, o presente vem junto e acoplado ao passado.
Presente e passado se confundem, num polo, e em outro, o futuro, inexistente, mas no entanto, indispensável para que a vontade humana continue se erigindo.
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