Cara, eu amo a ciência, principalmente quando um amigo entrevista um primo sobre consumo de maconha. E, melhor ainda, quando o primo genialmente inventa um novo conceito nesse campo: a "onda burra". Simplesmente genial magrinho.
"Na área de trabalho de Magrinho, peixes, os melhores profissionais, os que mais admira,
fumam maconha. E fumam maconha boa, de alta qualidade. Fumam muito, mas
produzem muito. E os que não fumam, mas que Magrinho admira, já fumaram muito.
Magrinho vislumbra um futuro como pesquisador. “Na área de pesquisa, o que você tem
que fazer muito é viajar mesmo. Ir para o ambiente e viajar. Aprende muito no
ambiente. E às vezes na onda, você tem sacações que você não teria ‘de cara’. Deixa a
mente expandir. Mas você também vai ter muitas idéias burras. De cara, depois, você vê
que foi burro”. Mas ressalva que trabalho é trabalho. Não é um lugar para relaxar. Tem
que ser sério, consciente, bem focado" (Lima Filho, 2010, p. 77)
Referências:
Lima Filho, F. de A. (2010). “Todo vagabundo é maconheiro, mas nem todo maconheiro é
vagabundo”. Um estudo com consumidores estáveis de
maconha. Dissertação de mestrado, Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFES.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
sábado, 26 de outubro de 2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Um pouco de: Anarquia

"Se ele vive nesse mundo, fingindo fazer parte dele, é apenas para estar em melhores condições de destruí-lo.
Tudo o que existe nesse mundo é igualmente odioso para ele: deve ser frio.
Deve estar disposto a matar;
deve estar disposto a morrer;
deve estar disposto a resistir a qualquer tipo de sentimento, inclusive o de honra, no momento em que este interferir no seu objetivo".
Mikhail Bakunin
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Não me tragam água
Às vezes eu penso em queimar tudo. Botar fogo nessa porra dessa casa. Queimar junto tudo que foi construído. E deixa queimar. A gente não precisa de água. Como diz a canção.
http://www.youtube.com/watch?v=blsoKgUM70Q
Enfia o forró que é gostosinho prá dançar no cú e caga.
http://www.youtube.com/watch?v=blsoKgUM70Q
Enfia o forró que é gostosinho prá dançar no cú e caga.
domingo, 23 de junho de 2013
Sobre o direito de acreditar e fazer o que se queira
Algumas pessoas acreditam em deus, outras fumam maconha.
Acho que as opiniões e comportamentos deste tipo devem ser respeitados.
As pessoas têm direito de acreditar na maconha,
assim como,
ninguém pode impedir as pessoas de saírem acreditando em deus pela rua, na praia, nos parques, em cachoeiras ou em casa, enfim.
Mas não estou, com isso, querendo comparar a maconha com jesus,
até mesmo porque
a maconha existe.
Acho que as opiniões e comportamentos deste tipo devem ser respeitados.
As pessoas têm direito de acreditar na maconha,
assim como,
ninguém pode impedir as pessoas de saírem acreditando em deus pela rua, na praia, nos parques, em cachoeiras ou em casa, enfim.
Mas não estou, com isso, querendo comparar a maconha com jesus,
até mesmo porque
a maconha existe.
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Estou virando Hippie
Esse sou eu
para que todos possam me identificar
Todo mundo publicando artigos
e os meus
todos
sendo recusados
Professores e coordenadores de curso
não me aceitem
em suas faculdades
não me aprovem
em seus concursos
sou uma anta
que
como um camaleão
agora vira hippie
E
ao contrário de tentar me ferrar ainda mais a consertar o que os pareceristas apontaram,
vou mandar todos os pareceristas para o diabo a quatro,
para se ferrarem
e com todo o tempo e a tranquilidade dos astros cósmicos que colidem e se destroem cotidianamente acima de nós (ou abaixo, enfim)
em vários idiomas,
como são os resumos, abstracts, resumen, e et al, vos digo, mesmo que quisessem me contratar:
Estou virando um hippie
Mi sto trasformando in un hippie
Me estoy convirtiendo en un hippie
Ich bin in einer Hippie-Drehen
Аз съм се превръща в хипи
Olen muuttumassa hippi
我變成嬉皮
من تبدیل به یک هیپی
sábado, 25 de maio de 2013
Prolixo

Sábado pela manhã, o luxo de ser prolixo.
De súbito aquela vontade nem sempre rotineira
de ouvir uma música, que não era qualquer uma
era punk-rock de primeira.
A letra versa sobre desemprego, cujo refrão ecoa:
"Não não, não me aceitam!".
Para em seguida proclamar:
"Sem dinheiro no bolso, com a carteira limpa
cuidado com a geral, vagabundo se deu mal".
De fato, estou usando muito a expressão de fato.
Assim, deixo o de fato de lado e passo a usar assim.
Assim, me identifico de cara com a canção...
Tipo,
quero ver me aceitarem aqui em vitória.
Aceitam nada, tem que tá padronizado e ser um pouquinho imbecilizado.
E isso também significa ser uma besta produtora de artigos e afins.
Tipo, quantidade sem qualidade.
Porque as pessoas sequer pensam sobre o que escrevem.
E, além disto, minha carteira está limpa, tipo, o mês todo quase.
Se eu não ficar extremamente atento a tudo quanto é edital de merda por aí que me confira alguns trocadinhos, tal que eu possa adquirir acumulado com a bolsa, ou se eu não me padronizar (quer dizer - me tornar igual) ou se eu não me tornar um pouquinho imbecilizado, uma anta produtora de artigos esdrúxulos, irei para o lixo.
Mesmo correndo o risco de ser prolixo,
tudo o que me resta
é dançar um punk-rock brasileiro.
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